11/10/2019

Membro da mesma igreja, homem estupra amiga da filha, em Águas Lindas

Ele ainda sabia os horários que a mãe da menina não estava em casa e ia ao local cometer os abusos.

A Polícia Civil prendeu um homem suspeito de estupro de vulnerável, em Águas Lindas de Goiás, a 204 quilômetros de Goiânia. Membro da mesma igreja, o homem é suspeito de estuprar a amiga da filha.

Os policiais civis da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Águas Lindas, sob coordenação da Delegada Ana Hasegawa, cumpriram o mandado de prisão contra Cleiton Barros da Costa por infração penal de estupro de vulnerável contra uma menina de apenas 11 anos. 

De acordo com a Polícia Civil, o estuprador frequentava a mesma igreja que a vítima e sua família, ele ainda sabia os horários que a mãe da menina não estava em casa. Então, Cleiton se aproveitava dessas ocasiões, ia até a casa da menina e cometia os abusos.

A vítima, identificada pelas iniciais A.G.S.S, é amiga da filha do investigado, de 12 anos. Diante das circunstâncias, foi expedido pela 2ª Vara Criminal de Águas Lindas de Goiás um mandado de prisão contra o investigado, que foi preso e encontra-se à disposição do Poder Judiciário.

Além do homem membro da mesma igreja que estuprou amiga da filha, em Águas Lindas, pedreiro praticava abusos sexuais contra enteada, em Goiânia

A Polícia Civil, através da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), prendeu no dia 17 de julho um pedreiro de 36 anos acusado de praticar abusos sexuais contra sua enteada, uma menina de apenas 10 anos. Os abusos ocorriam na casa da família, em Goiânia, e duraram cerca de quatro meses.

De acordo com informações da DPCA, o fato chegou ao conhecimento da polícia em maio deste ano, mas os abusos ocorriam desde fevereiro. O homem, cuja identidade não foi divulgada, morava com a enteada e a mãe dela no setor Solar Bougainville, na capital. Era lá que os abusos aconteciam.

Exames periciais comprovaram os abusos sexuais contra a criança. Segundo a polícia, a menina teria sido coagida à prática de sexo anal e oral com o agressor e, por vezes, chegava a colocar gelo na região anal para amenizar a intensa dor provocada pelas lesões.

Via Dia Online 
Imagens Dia Online