14/02/2020

Dois policiais civis são presos em operação, em Nova Crixás

Crimes em delegacias de Nova Crixás estão na mira do Ministério Público de Goiás e da Corregedoria da Polícia Civil de Goiás.

Na última quinta-feira (14/2), segundo o Ministério Público de Goiás (MP-GO), dois policias civis cumpriram mandato de prisão no interior de Goiás, em Nova Crixás. Eles foram pegos em uma investigação conjunta do MP-GO, por intermédio da 1ª Promotoria de Justiça de Nova Crixás, e da Corregedoria da Polícia Civil de Goiás.

A operação em questão foi deflagrada em Nova Crixás e Novo Gama. Além disso, o objetivo é apurar possíveis crimes cometidos por policiais civis, efetivos e comissionados, no âmbito da Subdelegacia da cidade.

Entre os crimes cometidos, estão:

  • Falsificação de documento público;
  • Peculato (desvio de dinheiro, ou bem, publico);
  • Concussão (vantagens indevidas);
  • Corrupção passiva.

Por fim, foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão, dos quais 11 na região de Nova Crixás e 1 em Novo Gama, no Entorno do Distrito Federal. Além disso, um policial militar cumpriu mandado de medida cautelar. 

Investigação em Nova Crixás e Nova Gama revela problemas no interior de Goiás, como também pode ser visto no caso a seguir, em Buriti Alegre

Os servidores da Unidade Prisional Regional (UPR) de Buriti Alegre flagraram uma mãe escondendo celulares em um fundo falso de um balde para dar ao filho preso. Também foi encontrado com ela um carregador de aparelho telefônico, um fone de ouvido e um chip de telefonia móvel.

Além disso, os objetos foram deixados na unidade nesta quarta-feira (12/2), quando familiares e amigos levam alimentos e materiais de higiene aos presos.

Além disso, ao verificar os objetos deixados, os servidores encontraram os ilícitos escondidos no fundo falso de um balde, que seria entregue a um dos presos do local, filho da visitante.

Acima de tudo, os materiais apreendidos e a mãe do detendo foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil do município para as demais providências necessárias.

Por fim, a direção abriu procedimentos administrativos internos para apurar o fato e aplicar as sanções disciplinares ao destinatário conforme determina a Lei de Execução Penal (LEP).

Via Dia Online 
Imagens Dia Online