27/07/2020

Memorial do Cerrado conta a história de Goiás de forma diferente

Inaugurado em 1999, em Goiânia, o museu representa as diversas formas de ocupação do bioma e os modelos de relacionamento com a natureza e a sociedade.

O Memorial do Cerrado, complexo científico que funciona no Campus II da PUC Goiás,  no Jardim Mariliza, é um dos museus mais diferentes e que chamam a atenção em Goiânia. Talvez você tenha ido quando criança e não tenha percebido, na época, a importância do lugar. Num único local é contada a história do povo goiano de diversas formas, desde a fauna, flora, tradições, hábitos e, claro, muita cultura.

Inaugurado em 1999, o Memorial do Cerrado – um dos projetos do Instituto do Trópico Subúmido – é um museu que retrata desde a origem do planeta Terra à chegada dos portugueses ao Brasil. Além disso, representa as diversas formas de ocupação do bioma e os modelos de relacionamento com a natureza e a sociedade.

Hoje, o Memorial do Cerrado é formado pelo Museu de História Natural, pela Vila Cenográfica de Santa Luzia, Aldeia Indígena, Quilombo, Espaço de Educação Ambiental Dalila Coelho Barbosa, além de ainda contar com trilhas ecológicas e u lago.

O local ainda está fechado devido à pandemia do coronavírus!

Conheça todos os espaços do Memorial do Cerrado

Museu de História Natural

O Museu de História Natural é um espaço de exposições para os visitantes conhecerem painéis e cenários que narram a história evolutiva da Terra. Além disso, mais especificamente, o ambiente do cerrado.

Quem for ao local pode, por exemplo, ver fósseis que datam de até 600 milhões de anos.

Vila Cenográfica de Santa Luzia

A Vila Cenográfica de Santa Luzia é uma reconstrução, em tamanho original, dos primeiros povoados de origem colonial portuguesa na região central do Brasil. Dessa forma, o local conta com espaços urbano e rural. Então, o visitante encontra ambientes responsáveis pela geração de riqueza daquele tempo, como réplicas de fazendas e oficinas rurais.

Caminhando pelo local, o visitante se sente em contato direto com as antigas moendas, oficina de rapadura e açúcar, alambiques de barro, oficina do ferreiro, seleiro e funilaria do carapina. Além disso, a Vila tem serraria, uma venda, igreja, prefeitura, cadeia e até a representação de um bordel.

Aldeia indígena

O Memorial do Cerrado tem uma réplica, em tamanho original, de uma aldeia indígena modelo Timbira. Seguindo a tradição, tem formato circular, com cada casa tendo um caminho de acesso ao pátio, que é o centro de atividades dos índios que moram no local. Cada oca ainda réplicas de objetos indígenas.

Quilombo

Memorial do Cerrado: um ótimo local para conhecer em Goiânia
No Memorial do Cerrado há uma réplica, bastante fiel, dos modelos de quilombos existentes no cerrado | Foto: Site Puc Goiás

Os Quilombos são sítios geográficos e também locais de resistência ocupados e organizados por populações africanas ou afro-brasileiras que fugiam da escravidão em diversas regiões do País.

No Memorial do Cerrado há uma réplica, bastante fiel, dos modelos de quilombos existentes no cerrado.

Trilhas Ecológicas no Memorial do Cerrado

O museu possui uma trilha com dois quilômetros de extensão. Foi aberta no interior de uma reserva intacta de floresta tropical e também de cerrado que existe na Estação Ciência São José.

Segundo a organização do museu, é um local ideal para o “contato com a natureza e o desenvolvimento do espírito esportivo e de aventura”. Assim, é a oportunidade dos visitantes realizarem a interação de conhecimentos relativos ao meio ambiente.

Espaço de Educação Ambiental Dalila Coelho Barbosa

O Memorial do Cerrado, em Goiânia, recebe muitos grupo de escolas, tanto do Ensino Fundamental, quanto do Ensino Médio. Assim, o local possui um auditório ao ar livre, com 150 lugares, destinado a oficinas educativas, piqueniques e recreação.

Serviço – Memorial do Cerrado

Onde: Avenida Engler, s/n – Jardim Mariliza (Campus II da PUC) – Goiânia

Horário de funcionamento: De terça a sábado, das 8h às 17h (Local ainda está fechado por causa da pandemia do coronavírus)

Mais informações: (62) 3946-1723

Ingressos:  12 reais (inteira) e 6 reais (meia-entrada)

Via Dia Online 
Imagens Dia Online