30/07/2020

Quadrilha é presa por aplicar golpes em postos de combustíveis, em Goiás

A associação criminosa utilizava documentos falsos de empresas idôneas para fechar convênios com os postos e abastecer a prazo.

Uma quadrilha foi presa, nesta quarta-feira (29/7), suspeita de aplicar golpes em postos de combustíveis, em Goiás. Os mandados foram cumpridos pela Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO), por meio da 9ª Delegacia Distrital de Polícia (DDP) de Goiânia, com apoio das regionais da capital e de Trindade.

De acordo com a PCGO, a associação criminosa é especializada em golpes de estelionato. Os golpistas abasteciam os veículos e depois pediam para gerar boletos em nome de empresas. Inclusive, o líder da associação criminosa já foi preso três vezes em menos de dois anos pela mesma prática.

A investigação da quadrilha presa por aplicar golpes em postos de combustíveis, em Goiás

Na ação, batizada de Operação Frete Grátis, foram cumpridos quatro mandados de prisão e sete de busca e apreensão contra indivíduos suspeitos de fazerem parte de uma associação criminosa especializada em aplicar golpes em postos de combustíveis.

A associação criminosa utilizava documentos falsos de empresas idôneas para fechar convênios com os postos e abastecer a prazo. Posteriormente, era gerado um boleto em nome da empresa que sequer sabia do convênio.

Segundo a Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO), o combustível era retirado dos postos através de fretes contratados. Alguns motoristas, inclusive, foram enganados pelo autor e não receberam o valor combinado pelo transporte do combustível.

Ao todo foram identificados seis postos de combustíveis em Goiânia e Aparecida de Goiânia vítimas da associação criminosa. As empresas tiveram prejuízo financeiro que supera o montante de R$ 240 mil. Há a suspeita de que outros postos também tenham sido vítimas dos criminosos, já que o crime vem sendo praticado há pelo menos cinco meses.

Após identificar os suspeitos, os policiais constataram que o chefe da associação criminosa foi preso três vezes, pela Polícia Civil, em menos de dois anos pela prática do mesmo tipo crime.

Via Dia Online 
Imagens Dia Online